Um salto de qualidade na formação de competências clínicas.
Pacientes digitais de alta fidelidade para que os alunos treinem habilidades clínicas e demonstrem suas competências. Com o professor no comando e sem aumentar a carga de trabalho docente.

O problema
Um colega de turma não é um paciente.
O Mental Twins não substitui os estágios nem os professores. Ele faz com que os estágios deixem de ser o primeiro ensaio.
- Hoje: Estágios escassos e carosCom o Mental Twins: Consultório próprio, a qualquer hora
- Hoje: Colegas que saem do papelCom o Mental Twins: Um paciente que não sai do papel
- Hoje: Cada supervisor com seu critérioCom o Mental Twins: A mesma rubrica para todos
- Hoje: O primeiro paciente, sem ensaioCom o Mental Twins: O primeiro paciente real deixa de ser o primeiro
A proposta
Onde as competências clínicas são praticadas, não só estudadas
A ponte entre a teoria e o paciente real. Não substitui os estágios nem os professores. Desenvolvido por psicólogos clínicos, sobre uma arquitetura clínica própria.
- A teoria
- Mental Twins
- O paciente real
Prática em três áreas
Os alunos treinam as três coisas que um clínico faz, dentro da mesma atividade.
- Entrevista. Sessão de voz e vídeo com o paciente digital.
- Avaliação. Na resolução escrita, o aluno organiza as informações em um quadro clínico reconhecível.
- Intervenção. Propõe a intervenção adequada e, se a tarefa pedir, aplica uma técnica de acordo com o protocolo.
Avaliação objetiva
A mesma rubrica para todos, sobre a sessão e sobre a resolução escrita, com citações literais da sessão. Uma nota comparável e defensável.
O professor no comando, sem mais carga
O editor de tarefas digitaliza o que os professores já fazem; o sistema propõe a correção e o professor a revisa e publica.
Arquitetura clínica
Cada paciente é construído sobre os mecanismos psicológicos e psicopatológicos que explicam seu caso. Por isso ele se comporta de forma clinicamente coerente: não recita sintomas, reage à forma como é perguntado. Uma pergunta vaga recebe uma resposta vaga; uma reformulação precisa abre informações novas.
Dois painéis, uma mesma plataforma.
O painel do professor
Atribua casos, veja quem já praticou e o que falta corrigir, e compare turmas com a mesma rubrica.
A sessão do aluno
Ele entra na sala, conversa com o paciente digital por voz e vídeo, e sai com a sessão transcrita e corrigida.
Como funciona
Como funciona
O que os professores preparam antes da aula e o que os alunos encontram ao entrar.
Casos criados pelos seus professores
O caso é escrito por quem ministra a disciplina: queixa principal, história, defesas e até onde o paciente se abre. O aluno conversa com ele por voz, e o áudio e a transcrição ficam salvos.
Veja como um caso é criadoSua rubrica, critério por critério
Você parte da rubrica da tarefa e fica só com os critérios que vai avaliar neste semestre.
Consulte a rubrica completaCorreção com citações da sessão, frase por frase
Cada nível marcado se apoia em citações literais da sessão. Nada é pontuado sem respaldo na transcrição, nem para o professor nem para o aluno que questionar a nota.
A rubrica também corrige a resolução escrita: o aluno estrutura o quadro clínico e propõe a intervenção, e isso é corrigido da mesma forma que a sessão.
Veja um relatório de sessãoO professor atribui, observa e compara
Cada perfil tem seu painel. Os professores atribuem casos e rubricas por disciplina, entram em qualquer sessão no momento que interessar e veem a turma inteira em uma tabela. A instituição acompanha o progresso por turma de ingresso.
Corrigir deixa de ser assistir a gravações inteiras: passa a ser ler os momentos que o sistema já marcou.
- Atribuições e rubricas próprias por disciplina
- Casos criados pela própria instituição, além da biblioteca
Piloto
Comece com um piloto delimitado
Ajudamos você a escolher uma atividade concreta do seu programa e a montá-la com a sua equipe docente. Quem define a duração é o seu calendário, não nós.
O que medimos
O tempo real que o professor dedica a cada correção. É o dado que demonstra que a carga não aumenta, e ainda não temos essa medição.
- A Sincrolab desenvolve software clínico regulamentado há dez anos.
- Desenvolvido por psicólogos clínicos.
- Em conformidade com o GDPR, e os dados pertencem à instituição.
- Sem instalação.
Perguntas
O que as equipes docentes nos perguntam
Quais casos a biblioteca inclui?
Os casos publicados hoje são episódio depressivo maior, luto prolongado, pânico com agorafobia e bulimia nervosa, cada um com sua história, seu contexto e sua rubrica. A biblioteca está crescendo e, além disso, cada instituição pode criar e configurar os próprios pacientes digitais.
Como ele se integra à nossa grade curricular?
Os professores atribuem casos e rubricas por disciplina; os alunos praticam e resolvem, e o sistema propõe a correção. Funciona como complemento dos estágios e da supervisão, nunca como substituto: a grade curricular não muda, ganha uma atividade em que as competências são treinadas e demonstradas.
Quem dá a nota?
O sistema propõe, o professor decide. Nada é publicado sem a aprovação dele, e cada nível proposto vem com as citações literais da sessão que o sustentam.
Aumenta a carga de trabalho dos professores?
Ele foi pensado para não aumentar. O editor de tarefas digitaliza o que os professores já fazem, e corrigir passa a ser revisar uma proposta com suas citações da sessão, em vez de assistir a gravações inteiras. O piloto mede o tempo real do professor por correção, que é o dado que ainda nos falta.
É preciso instalar alguma coisa?
Não. Tudo acontece no navegador, com voz e vídeo em tempo real. Basta ter conexão, microfone e câmera. Não é preciso instalar nada nos computadores, não é necessário envolver o departamento de TI e não há licenças de desktop.
O que acontece com os dados dos alunos?
Conformidade com o GDPR. As sessões pertencem à instituição e não são usadas para nenhum outro fim sem consentimento explícito.
Os dados ficam hospedados em servidores da União Europeia.
Qual é a diferença em relação a usar um chatbot como paciente?
São duas diferenças concretas. A primeira, a arquitetura clínica: cada paciente é construído sobre os mecanismos que explicam seu caso, então ele não recita sintomas, reage à forma como é perguntado. A segunda, a correção: a mesma rubrica para todos, com citações literais da sessão, e o professor revisa e publica. Um chatbot dá conversa; isto dá uma nota defensável.
Como funciona a contratação?
Na demonstração, preparamos uma proposta sob medida para a sua instituição e o seu calendário.
Agende uma demonstração de vinte minutos
Mostramos a plataforma com casos da sua área e vemos juntos como ela se encaixa no seu programa. Sem compromisso e sem instalar nada.
- Para faculdades de Psicologia, mestrados e programas de formação em saúde mental
- Um primeiro piloto acompanhado, com a sua equipe docente
O Mental Twins é uma ferramenta educacional de simulação clínica. Não presta atendimento de saúde, não emite diagnósticos e não substitui a prática supervisionada exigida pelas grades curriculares.
